Este trimestre foi marcado pela retomada da demanda de equipamentos de ciclo curto, tanto no Brasil, onde observamos melhora importante em todas as unidades de negócios, como no exterior, onde a recuperação, apesar de mais lenta, se mantém constante desde abril/maio, piores meses do impacto da pandemia em nossos negócios. Esta recuperação, aliada a manutenção do bom desempenho dos negócios de ciclo longo e aos nossos esforços para controles de custos e eficiência operacional, foram fatores determinantes para o bom resultado apresentado neste trimestre.

A melhora na demanda por equipamentos de ciclo curto ocorreu em todas as áreas de negócios, ainda que em ritmos diferentes entre elas. Os negócios de Motores Comerciais e Appliance, Tintas e Vernizes e Geração Solar Distribuída (incluída em GTD) ligados ao mercado brasileiro apresentaram rápida recuperação, atingindo volumes ao final do trimestre similares aos níveis pré-pandemia. Já os negócios na área de Equipamentos Eletroeletrônicos Industrias mostraram boa evolução em relação ao trimestre passado, ainda que em menor intensidade no mercado externo quando comparado com o mercado interno.

Outro destaque foi o desempenho dos negócios de ciclo longo, que continuam a contribuir positivamente para o resultado, fruto da importante carteira de pedidos construída tanto no Brasil quanto no exterior. Projetos para indústrias relevantes como mineração, papel & celulose, água & saneamento e óleo & gás, bem como na área de Transmissão & Distribuição (T&D), foram os principais responsáveis pelo bom desempenho no trimestre.

É importante mencionar que, apesar da melhora na dinâmica de negócios neste trimestre, não consideramos que a crise causada pela COVID-19 foi superada. Incertezas com relação à recuperação econômica mundial ainda existem e os impactos futuros em diversos segmentos da indústria podem refletir em nossos negócios no médio e longo prazo, principalmente nos projetos relacionados aos equipamentos de ciclo longo.

Destaques

  • A Receita Operacional Líquida (ROL) foi de R$ 4.801,3 milhões no 3T20, 43,3% superior ao 3T19 e 18,1% superior ao 2T20; 

  • O EBITDA(1) atingiu R$ 935,3 milhões, 61,5% superior ao 3T19 e 27,7% superior ao 2T20, enquanto a margem EBITDA de 19,5% foi 2,2 pontos percentuais maior do que no 3T19 e 1,5 ponto percentual maior do que o trimestre anterior;

  • O Retorno Sobre o Capital Investido (ROIC(2)) atingiu 23,3% no 3T20, crescimento de 4,1 pontos percentuais em relação ao 3T19 e crescimento de 1,7 ponto percentual em relação ao 2T20.

 

(1) Sigla em inglês para Earnings before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, que significa lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização.

(2) Sigla em inglês para Return on Invested Capital.

 

 

No vídeo, nosso Diretor de Relações com Investidores, Paulo Polezi, comenta os principais destaques da Divulgação de Resultados do 3T20.

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