O carro, que pode superar 100 km/h, foi equipado com motor e inversor WEG

O primeiro carro elétrico de competição do Brasil é equipado com motor e inversor WEG. O protótipo foi demonstrado durante a 8ª Competição Fórmula SAE BRASIL – Petrobras, em Piracicaba (SP) no fim do ano passado.

O carro, que pode superar 100 km/h, foi projetado e montado por sete estudantes de engenharia mecânica e elétrica da FEI (Fundação Educacional Inaciana), orientados pelo professor Ricardo Bock, com suporte do Comitê de Veículos Elétricos e Híbridos da SAE BRASIL, da empresa Magneti Marelli e da WEG.
Para Alex Sandro B. Passos, Departamento Aplliance e Soluções PM, WEG Motores, e membro da Comissão de Veículos Elétricos e Híbridos SAE BRASIL, a competição da Fórmula está criando um ambiente favorável para o desenvolvimento e a inovação da tecnologia de veículos elétricos nas universidades. “O aprendizado do aluno é motivado pela necessidade de colocar o seu projeto na pista, o que aproxima as instituições de ensino das indústrias”, explica.

O protótipo contou também com a participação do engenheiro Eduardo Batista, do Departamento Projetos Elétricos e Mecânicos da WEG Automação de Jaraguá do Sul, que auxiliou os estudantes da FEI durante a fase de ajustes do sistema de tração.
O formula elétrico E1 é equipado com o Power Train WEG, com motor 21kW/50Kw e inversor CFW11, e é alimentado por baterias de celular, tipo íon de lítio, que levam cerca de quatro horas para carregar e fornecem autonomia de 30 minutos.
A ideia é estimular outras equipes a criarem seus carros elétricos para a 1ª Competição Fórmula SAE Elétrico, que será realizada neste ano no Brasil.

Sobre a SAE BRASIL
A SAE BRASIL (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade) é uma associação sem fins lucrativos e que congrega pessoas físicas (engenheiros, técnicos e executivos) unidas pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial.
Ela foi fundada em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial, conscientes da necessidade de se abrirem às fronteiras do conhecimento para os profissionais brasileiros da mobilidade.